Pesquisar

sábado, 17 de dezembro de 2011

Orlando dia 3: Busch Gardens

No terceiro dia, fomos ao Busch Gardens, que não fica em Orlando e sim em Tampa, uma cidade próxima. Demora um pouco mais de 1 hora para chegar de carro, mas é bom para você ver como as estradas de lá são diferentes. Durante todo o caminho, não existe nenhum mísero buraquinho, a estrada é um tapete, ótima.
O Busch Gardens tem muitas atrações, pois além de ser um tipo de safári, é o parque que possui mais montanhas-russas da região. No dia que estamos estava um sol muito forte e acabamos não fazendo o Rhino Rally, que era a atração tipo safári do parque, pois você ia num carro aberto com muito sol na cabeça. Então, acabamos vendo os animais só nos locomovendo pelo parque, através dos diversos meios de transporte disponíveis: os próprios pés, um trenzinho e um teleférico.

 



Fomos apenas em duas atrações "não montanha-russa":





Tut's Tomb: É apenas um local que imita a tumba de Tutancâmon, não chega a ser realmente uma atração.











Phoenix: É um barco viking que gira 360º. É até divertido, mas é uma atração meio antiga e que não precisamos sair do Brasil para ver um desses.







Mas enfim, vamos ao que interessa: as montanhas-russas! Como falei, esse parque tem muitas e todas valem muito a pena. Só não fomos em uma chama Scorpion que era menor, mas nas outras fomos em todas.



Cheetah Hunt: A MELHOR MONTANHA-RUSSA DO PARQUE! Tivemos a sorte de ir esse ano, que foi o ano de sua abertura. Para começar, ela faz um caminho muito longo, você atravessa quase toda a parte central do parque com ela, não que você perceba isso quando você está dentro dela porque ela é muito rápida. Ela possui um sistema de ímãs que fazem um total de 3 acelerações súbitas durante o percurso. Isso faz com que até a subida dela seja emocionante. Além disso, ela ainda tem uma descida bem grande e muito íngreme, algumas inversões e uma subida seguida de uma descida que fazem com que você se sinta sem nenhuma gravidade. Enfim, fomos 4 vezes nela, é demais.




Sheikra: Essa foi a que eu olhei de fora e quasse desisti de ir, não é para qualquer um não. Mas depois que fui, achei a segunda melhor montanha-russa do parque e acabei indo de novo. o Que ela tem de tão apavorante? Para começar ela não tem chão, seus pés ficam soltos, não tem nada dos lados e isso faz você enxergar perfeitamente toda a altura em que você se encontra. Aí ela simplesmente sobe até 60 metros de altura, antes de você descer tudo isso em um ângulo de NOVENTA graus (sim, uma queda livre de cara para o chão). Mas tem mais um detalhe: quando ela chega na descida, ela para, te deixando parado de cara para o chão a 60 metros de altura esperando a queda. É, parece coisa de maluco, mas posso garantir que depois que você vai, não é tão horrível assim. Se quiser uma experiência realmente emocionante, vá na fileira da frente!


Gwazi: são duas montanhas-russas de madeira que andam sincronizadas. Tem a do leão e a do tigre. Infelizmente, quando fomos só tinha uma funcionando, assim não pudemos ter a emoção de ver as duas passando bem próximas uma da outra. Além disso, não gosto de montanhas-russas de madeira porque tremem demais e são muito barulhentas. Por esses motivos, não gostei tanto dessa.


Tombu: montanha-russa invertida, ou seja, você vai embaixo do trilho, pendurado. Bem legal também, apesar de deixar um pouco tanto de tantas inversões e curvas.
Kumba: é umas das montanhas-russas mais antigas do parque. É mais clássica, nada de tão diferente, mas ainda assim muito boa, grande e cheia de loopings.

 Bom, é isso! O Busch Gardens para quem gosta de montanha-russa é imperdível, para quem não gosta não tanto, mas ainda é legal por causa dos animais. A minha dica é nunca deixar de ir na Cheetah Hunt e na Sheikra!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Orlando dia 2: Sea World

O Sea World é muito bonito e mistura atrações e shows com um aquário/zoológico. As partes de aquário e zoológico são bem legais, dá para ver muitos animais, claro que sempre ligados ao mar.




Mas o que mais quero comentar aqui são os brinquedos e os shows. Como o parque estava estranhamente vazio, pudemos ir em praticamente tudo do parque.

Brinquedos:

Manta: essa montanha-russa é o máximo e andamos 4 vezes. Ela simula o nado de uma arraia e você vai de barriga para baixo. Após a primeira descida, você sobe de novo e dá um mergulho de cabeça para baixo num semi looping que é uma das coisas mais loucas que já vi numa montanha-russa. Só estando lá dentro para entender.




Kraken: É uma montanha-russa bem grande e sem chão (os pés ficam soltos). A primeira descida é bem apavorante. A única coisa que não gostei muito é que deixa um pouco tonto.



Atlantis: Não vá se não quiser ficar totalmente encharcado. Não gostei! Primeiro você vai subindo num passeio vendo bonecos, efeitos com água e luzes que nem achei muito interessante. Aí no final, tem uma descida dentro de água que te molha completamente (até dentro do tênis). Depois, você ainda anda num riozinho onde pessoas podem apertar um botão para te molhar mais ainda...


Shows:

Blue Horizons: show impressionante! Treinadores nadam com golfinhos e fazem várias acrobacias. Se fosse só isso já seria muito bom. Mas depois ainda entram araras e outros pássaros treinados que voam pela platéia enquanto pessoas fazem acrobacias pelo ar e pela água. Bastante emocionante!





Pets Ahoy: Não estava esperando nada desse show, mas fiquei bobo!!! É um show com dezenas de animais treinados, mas quando digo dezenas são tipo uns 50, incluindo cães, porcos, ratos, pássaros, patos, um gambá e até gatos (nunca pensei que gatos pudessem ser adestrados). Pensem em todos esses 50 animais diferentes fazendo muitas e muitas coisas sincronizadas, é inacreditável! Não tenho fotos desse show, pois havia acabado a bateria da câmera, então botei uma foto que achei no google só para mostrar uma pequena parte.


Clyde abd Seamore Take Pirate Island: Show com focas e um leão marinho. É um pouco mais infantil, mas é bem divertido também.



A'Lure... The Call of the Ocean: Show que mistura dança e circo. Muito bonito também, esse show ocorre uma vez só por dia. Como era proibido tirar fotos nesse show, só tenho uma foto meio ruinzinha.


One Ocean: é o famoso show da baleia Shamu. Depois que a Shamu matou uma treinadora, os treinadores não podem mais entrar na água com ela. Por causa disso, o show que era o principal do parque se tornou, para mim, o menos interessante infelizmente...




Bom, dando minha opinião final sobre o que você não deve perder de maneira nenhuma quando visitar o Sea World:

Melhor brinquedo: Manta
Melhor show: Blue Horizons

domingo, 13 de novembro de 2011

Orlando: dia 1

No nosso primeiro dia em Orlando, já chegamos no final da manhã. Assim, não podíamos mais ir a nenhum parque e esse dia acabou servindo só para compras. Primeira coisa que fizemos ao chegar no aeroporto foi alugar um carro, que é imprescindível na cidade. Alugamos um carro econômico, o mais barato e já tivemos uma surpresa agradável: o carro é esse aí da foto de baixo, mais luxuoso que qualquer carro que eu tenha entrado na minha vida no Brasil.

Aliás, não foi só o carro que foi barato. Quase tudo é mais barato que no Brasil e o maior choque é quando você vai aos Outlets. Nós fomos ao Premium Outlet, o qual você pode imprimir cupons de desconto no site. Esses descontos ainda são cumulativos com os descontos da liquidação da própria loja, de modo que somando todos os descontos, o preço das roupas de marca acabava ficando ridículo. Até eu que sou pão duro tive que me render a essas ofertas.

domingo, 9 de outubro de 2011

Cancún parte 4: Xcaret

Minha última postagem sobre Cancún será sobre o Xcaret, que assim como o Xel-Há que comentei no outro post, é um parque lindo e cheio de opções de entretenimento. Também meio caro (cerca de 70 dólares) e não é tudo incluso como o Xel-Há, ganhava com o ingresso apenas um almoço. Apesar do parque ser visualmente bastante diferente, as atrações eram bem semelhantes: nado com golfinhos ou tubarões, spá, snorkel, entre outras. Como já tinha gastado muito no Xel-Há para nadar com os golfinhos, não inventei muito dessa vez, me limitei a passear pelo parque, ficar na praia, nadar com snorkel e conhecer todas as atrações gratuitas do parque, o que já não era pouca coisa. A comida é também fantástica.





No final da tarde, ocorre uma apresentação bem interessante. Primeiramente, é mostrado como começou a história do México e mostrando a fusão da cultura pré-colombiana dos maias e astecas com a cultura dos espanhóis que colonizaram o país. Nessa parte também mostravam uma simulação de uma partida do jogo de bola maia, onde eles deviam fazer uma bola de borracha passar pelo meio de um aro batendo na bola apenas com os quadris. Terminada essa primeira parte, a segunda mostra danças e festas típicas de diversas regiões do México. É interessante perceber que assim como o Brasil, o México também é um país muito grande e com uma cultura muito variável de região para região. Inclusive algumas músicas e festas típicas eram semelhantes às brasileiras. Por exemplo, em Veracruz eles têm Carnaval e na região norte a música típica é muito semelhante ao nosso sertanejo.

Vídeo do jogo de bola maia

 Algumas das apresentações típicas...



 Carnaval de Veracruz

 O "sertanejo" da região norte do México

sábado, 24 de setembro de 2011

Cancún parte 3: Passeio a Chichen Itza

Comprei um tour por uma agência local para Chichen Itza, um sítio arqueológico, onde era o centro da civilização maia. Fica a umas 3 horas de Cancún, mas fizemos algumas paradas no caminho. Primeiro paramos em um cenote, que é uma espécie de piscina natural dentro de uma caverna, chamado Cenote Suytun. Eu sei que existem cenotes bem mais bonitos na região de Cancún, mas mesmo assim esse era interessante também.







Logo em seguida paramos em um restaurante para almoçar onde houve uma apresentação de dança onde os dançarinos equilibravam bandejas na cabeça, achei engraçado.


Depois chegamos em Chichen Itza, considerada uma das novas maravilhas do mundo. Lá a gente aprende coisas impressionantes sobre a civilização maia, sobre como eles eram gênios da astronomia. o templo de Kukulcán é como se fosse um calendário, inclusive ele tem 365 degraus ao todo, somando as 4 escadarias e mais o patamar superior. De um dos lados da escadaria do templo existe a cauda de uma serpente e no lado oposto a cabeça da serpente. A serpente na verdade é o deus Kukulcán e nos equinócios se formam sombras triangulares na escadaria que vão surgindo ao longo do dia no sentido cauda-cabeça como se a cobra estivesse subindo a escadaria e depois descendo. Você fica pensando como eles calculavam isso a centenas de anos atrás. Também tem a questão da acústica, quando você bate palmas em frente as escadarias, o eco faz o som que é semelhante ao canto de um pássaro local chamado Quetzal, chamado assim por causa do deus Quetzalcoatl. Lá também tem o local onde eles faziam os sacrifícios e o campo onde eles jogavam o jogo de bola deles, onde eles tinham que fazer uma bola de borracha passar pelo centro de um arco batendo nela com o quadril. Enfim, achei o local imperdível por tudo que se aprende da cultura maia.