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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Segundo dia: Canela/Gramado

Pegamos o carro e saímos com destino ao Alpen Park, porém alguns metros antes apareceu esse tal de Estação Verde e entramos por engano achando que fosse o Alpen Park. Assim como o Alpen Park, o Estação Verde é um parque de aventuras. Logo que chegamos, veio um cara nos oferecer para descer a “tirolesa superman”. É uma tirolesa, segundo ele, única no mundo onde você desce cerca de 900 metros deitado de frente como se fosse o Superman. Isso pela bagatela de 35 reais por pessoa! Além disso, era possível andar de quadriciclo num passeio de 50 minutos por 100 reais (2 pessoas no mesmo quadriciclo), passear a cavalo, conhecer avestruzes, lhamas e cânions, havia paintball, um bar, entre outras coisas. Como não queríamos gastar, apenas saímos andando pelo parque. Concluímos que é um paruqe com grande potencial muito mal aproveitado. Ele parecia estar quase abandonado, não havia funcionários em lugar nenhum, parecia que havia apenas aquele homem que nos atendeu na entrada, andamos por locais que não deveríamos ter acesso, encontramos locais fechados sem nenhuma explicação e uma cerca caída onde os cavalos deveriam estar presos. O cara ainda nos falou que vão abrir umas lojinhas, que será instalada uma montanha-russa igual a do Beto Carreiro e será construído um hotel em cima do morro e outra tirolesa muito mais longa. Concluindo, esse parque pode vir a ser muito legal, mas precisa urgente de uma melhor administração e de mais funcionários para orientar os visitantes!
Logo do parque e a avestruz Gertrudes
Chegamos então ao parque certo. Esse também tem quadriciclo por 120 reais, tirolesa por 22 reais, além de um cinema 4D por 16 reais, enfim tudo muito caro. Diferentemente do anterior, esse parque é bem organizado com lojinhas, bares, tudo direitinho. Apesar dos preços abusivos, resolvemos andar no trenó, que é a atração mais famosa do parque (28 reais para 2 pessoas). É tipo uma montanha-russa, na verdade um carrinho que anda por um trilho que passa por paisagens do parque e você tem total controle do freio. Resolvemos não utilizar o freio, o que torna a descida bem mais emocionante, principalmente pelo fato de você ir praticamente solto no carrinho. Enfim, foi bem divertido e se fosse um preço mais humano, teríamos ido de novo.
Vista do parque a esquerda e descida de trenó a direita.
COELHO CAFÉ COLONIAL
Após, dirigimos em direção a Gramado, mas antes paramos no caminho para comer no Coelho Café Colonial, era 39 reais por pessoa, o que não é muito diferente dos outros que perguntamos o preço. Mas enfim, você paga e come, come, come pão, bolo, pizza, doces, salgados, passa horas comendo. É uma refeição que vale por um dia inteiro!
IGREJA SÃO PEDRO, PALÁCIO DOS FESTIVAIS E RUA COBERTA
Ao chegar em Gramado, você se surpreende com o estilo logo de cara! Enquanto os pontos turísticos de Canela se concentram mais nos parques, Gramado surpreende pela cidade em si. Por um momento, você esquece que está no Brasil e pensa que está na Europa vendo as construções em estilo colonial e as ruas floridas e extremamente limpas. O mais legal é que você pisa na faixa de segurança e os carros param para você atravessar. Porém, você tem que ter cuidado ao dirigir quando não está acostumado porque as pessoas atravessam na frente dos carros mesmo! Enfim, logo ali pelo centro entramos na Igreja São Pedro, que é bem bonitinha. Ao lado, há o Palácio dos Festivais, onde ocorrem os festivais de cinema, mas estava em reforma. Em frente, encontra-se a rua coberta, onde se encontram alguns barzinhos.
PRAÇA DAS BANDEIRAS E LAGO NEGRO
Resolvemos caminhar até o Lago Negro. No caminho, passamos pela Praça das Bandeiras, onde encontram-se as bandeiras de todos os estados brasileiros e um kikito gigante (troféu do Festival de Cinema de Gramado).
No Lago Negro, é possível alugar um pedalinho em forma de cisne por 15 reais por 20 minutos. É um passeio bem bonito e romântico.

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